Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. E para sua saúde, aqui estou para ajudar. Todas as semanas, novos posts são publicados e se algum lhe interessar, contacte para mais informações.

18
Abr 09

São bactérias vivas que existem no intestino do ser humano e que, quando administradas em quantidades adequadas, conferem benefício à saúde do bebé.



 

- O intestino normal contém vários tipos de bactérias que são fundamentais para o seu funcionamento regular.

- O equilíbrio entre as bactérias mais agressivas e as que têm efeito regulador e benéfico, é a chave para um intestino saudável e para o bem-estar.

 

Quais os mais frequentes?

Entre os Probióticos mais frequentes na flora intestinal do bebé destacam-se os LACTOBACILUS e as BIFIDOBACTERIAS.

 

Para que servem?

Têm um papel particularmente importante nas crianças e nas grávidas, porque:

- Melhoram a função intestinal, combatendo a diarreia e a obstipação (prisão de ventre);

- Previnem o aparecimento de cólicas e flatulência no bebé;

- Favorecem a função imunitária e o aproveitamento das vitaminas;

- Previnem o aparecimento de doenças alérgicas e as diarreias associadas aos antibióticos.

 

Bacilac infantis

O probiótico especialmente adaptado aos bebés e às crianças.

- Restaura a flora intestinal

- Elimina as cólicas abdominais

- Normaliza os movimentos intestinais

- Aumenta a imunidade

publicado por Flor às 16:34

comentários:
Eu tomo kefir ...penso que também deve ser um probiótico
Rosa Maria a 19 de Abril de 2009 às 20:54

Kefir é uma bebida feita de leite fermentado em temperatura ambiente, entre 10ºC e 25ºC, por uma colónia de lactobacilos e leveduras conhecida como kefir ou "grãos de Kefir". Originária do Cáucaso, só foi introduzida no resto do mundo no início do séc. XX.
O metabolismo da colónia de microorganismos consome a lactose e reduz a caseína, albumina e outras proteínas aos aminoácidos que as constituem, além de sintetizar ácido láctico, a lactase e outras enzimas que ajudam a digerir a lactose restante depois da bebida ingerida. Ainda modificam os sais de cálcio para formas mais facilmente absorvidas pelo organismo humano.
O preparado pode ser feito com leite de vaca, cabra, ovelha, búfala, égua e até de camela. Diferentemente do iogurte que é fermentado apenas por lactobacilos, o Kefir exige temperaturas mais baixas e é fermentado por mais de quarenta tipos diferentes de microorganismos na sua colónia, incluindo as leveduras (utilizadas na preparação de diversos produtos como o pão, cerveja, vinagre, queijo, vinho, etc).
Os grãos de Kefir multiplicam-se conforme vão sendo cultivados, quanto maior a temperatura mais activos ficam e por conseguinte aumentam mais rapidamente o seu tamanho, por causa disso, são tradicionalmente doados e as orientações para seu cultivo são passadas oralmente. Para fazê-la é bastante simples, podendo ser misturada a frutas, mel e cereais e utilizada no preparo das receitas que tradicionalmente levam leite ou iogurte. Deve-se utilizar no seu manuseio, instrumentos não metálicos, dada a possível reacção do ácido da fermentação com os metais, mantendo-o em locais com pouca luz e de temperaturas exteriores o mais constantes possível - 15°C até 40°C - quanto maior a temperatura mais rápida será a fermentação, abaixo dos 10ºC o Kefir entra em estado de hibernação, por isso se quiser fazer um período sem utiliza-lo, guarde-o num frigorífico.
Flor a 20 de Abril de 2009 às 19:49

posso utilizar a tua resposta no meu blog, dando eu a fonte?

Claro que sim, até agradeço que passe a mensagem!
Flor a 21 de Abril de 2009 às 14:17

Amanhã passarei então para o meu blog, com a direcção desta.
Brigada

jinhos
Rosa Maria a 21 de Abril de 2009 às 20:56

infantis
sergio a 22 de Abril de 2009 às 00:00

Para crianças que são intolerantes á lactose, podem tomar o Bacilac infantis?
Na composição fala em lactobacilus .
sergio a 22 de Abril de 2009 às 00:04

Lactobacilus é um dos probióticos mais frequentes na flora intestinal do bebé. Bacilac infantis é um probiótico que se compra na farmácia. Em relação à sua pergunta, eu mesma não sei dar resposta. Mas vou pesquisar e muito em breve lhe responderei. Obrigado pela compreensão!
Flor a 23 de Abril de 2009 às 22:10

Espero que isto responda à sua pergunta. Senão, o melhor é aconselhar-se com um médico especialista.

"Falar em bactérias é, quase sempre, sinónimo de infecção. Afinal, elas partilham com os vírus a responsabilidade por muitas das doenças comuns, aquelas que obrigam, regra geral, à toma de antibióticos. Contudo, nem todas as bactérias merecem este rótulo: é que existem algumas estirpes que são benéficas para o organismo, contribuindo para o fortalecimento do nosso sistema imunitário. São os probióticos. É ao nível do sistema digestivo que os seus benefícios são mais visíveis, na medida em que ajudam a restaurar o equilíbrio da flora intestinal quando posto em causa por situações como hábitos alimentares deficientes, stress, a toma de determinados medicamentos ou perturbações do funcionamento dos intestinos como cólicas, diarreia e obstipação. Cerca de 80 por cento do nosso sistema imunitário localiza-se no tracto digestivo e nos tecidos adjacentes, onde proliferam entre 400 a 500 espécies de microorganismos. São eles que constituem a chamada flora intestinal, actuando como uma barreira contra as bactérias nocivas, impedindo que se multipliquem e assim defendendo o corpo de diversas doenças. Reforçar a acção destes microorganismos é tarefa dos probióticos, que oferecem ao organismo um vasto conjunto de benefícios: é que produzem vitaminas, absorvem toxinas, partem as fibras alimentares e fornecem alimento às células. Presentes sob a forma de suplementos ou como ingrediente de diversos alimentos, nomeadamente iogurtes, os probióticos contribuem para o aumento do número e da actividade dos microorganismos intestinais. As suas características permitem-lhes sobreviver aos ácidos do estômago e aderir às paredes do intestino. Trata-se de um percurso fundamental, na medida em que, para exercerem os seus efeitos benéficos, estas bactérias devem atingir o intestino grosso e aí permanecer visíveis. A sua viabilidade torna-as particularmente úteis no alívio dos sintomas associados às cólicas dos lactentes, a distúrbios intestinais como a diarreia ou a obstipação. Ajudam igualmente a atenuar algumas das repercussões de determinados antibióticos sobre o sistema digestivo. De um modo geral, contribuem para diminuir a probabilidade e o impacto das infecções gastro-intestinais. Revelam-se, além disso, úteis como reforço do sistema imunitário, pelo que indivíduos saudáveis também encontram vantagens na sua ingestão."
Flor a 24 de Abril de 2009 às 22:02

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